O Brasil coroou sua ótima campanha na Copa América de Basquete com o título da competição ao vencer Porto Rico, que sempre foi nossa pedra no sapato, na casa deles, por 61 a 60. A Seleção Brasileira jogou muito bem os três primeiros quartos, mas no último começou a errar muito, viu os porto-riquenhos crescerem e quase virarem o placar, mas o resultado final foi mais do que justo.segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Evolução, título e esperança
O Brasil coroou sua ótima campanha na Copa América de Basquete com o título da competição ao vencer Porto Rico, que sempre foi nossa pedra no sapato, na casa deles, por 61 a 60. A Seleção Brasileira jogou muito bem os três primeiros quartos, mas no último começou a errar muito, viu os porto-riquenhos crescerem e quase virarem o placar, mas o resultado final foi mais do que justo.Passando a Bola Mesa Redonda volta semana que vem
Vocês podem ver a análise da 23ª rodada do Brasileirão lendo os posts abaixo.
Rapidinhas de Domingo - Inter voando
Após as vitórias no Beira-Rio sobre Goiás e Atlético-MG, muitos ainda questionaram o Internacional sob o argumento de que queriam ver uma vitória convincente fora de casa, sobre um adversário gabaritado, o que não acontecia desde a 3ª rodada, diante do Goiás (depois disso o Colorado venceu longe da sua torcida apenas Náutico e Santo André, o que, convenhamos, não diz muito coisa). Pois bem, o Inter derrotou o Avaí, que não perdia na Ressacada há 5 jogos, por 2 a 0 e chegou ao terceiro triunfo consecutivo, permanecendo na cola do líder Palmeiras com 43 pontos. E mais. É a única equipe que está entre os quatro primeiros desde a primeira rodada.domingo, 6 de setembro de 2009
Dupla Fla-Flu proporciona show de horrores
Pois bem, como ia dizendo, estava doido para ver uns joguinhos e dei preferência aos times cariocas. Me enganei redondamente. Assisti a autênticas peladas! Repetindo o termo do título, dois verdadeiros shows de horrores! Tanto o Flamengo quanto o Fluminense não jogaram nada e os empates de ambos foram justos pelas regras do futebol. Porque se desse, o justo mesmo seria que Fla, Flu, Atlético-PR e Náutico saíssem derrotados. Vamos aos fatos.
Começando pela partida da Arena da Baixada, onde o Flamengo entrou em campo tentando acabar com um tabu histórico e outro mais recente. O Rubro-Negro só havia derrotado o Furacão fora de casa em Campeonatos Brasileiros uma vez, no longínquo ano de 1974. Desde então foram 14 jogos, com 11 derrotas e 3 empates. Na Arena da Baixada o time carioca nunca tinha vencido, desde a inauguração do estádio, em 1999. De lá pra cá foram nove confrontos, com oito vitórias atleticanas e uma igualdade.
No Maracanã o jogo foi tão ruim quanto, mas pelo menos tiveram dois gols. A torcida do Fluminense fez a sua parte e compareceu em bom número. Apoiou o time e os jogadores se esforçaram. Mas não é de apoio e disposição que o Tricolor precisa. Falta técnica, qualidade, organização dentro e fora de campo. Um exemplo na partida contra o Náutico mostrou isso claramente. Paulo César estreou na lateral esquerda, sendo que o jogador não atuava na posição há anos. Na França ele jogava no meio-campo e às vezes na lateral direita. Ficou evidente a sua dificuldade na hora de chegar na linha de fundo, sempre tendo que se entortar todo para fazer o cruzamento. PASSEIO EM ROSÁRIO
Olá blogueiros! Que vitória foi essa do Brasil em cima da Argentina? E não foi uma vitória qualquer. A seleção venceu por 3 a 1, e, com sobras, garantiu a primeira vaga da América do Sul para a Copa de 2010. O time do técnico Dunga passeou em Rosário e deu aula de objetividade. Luis Fabiano e Kaká jogaram demais e já fazem parte das grandes duplas da história da Seleção. O camisa 10 nem preciso comentar. Já o camisa 9 foi muito questionado quando recebeu essa nova oportunidade com a amarelinha. Todos na época, sem exceção, afirmavam que ele estava esquentando a vaga para Ronaldo e Adriano. Dela pra cá, o Fabuloso conquistou uma regularidade impressionante. Com os dois gols de hoje ele assumiu a ponta da artilharia das Eliminatórias (9 gols em 10 jogos). E não para por aí! Na era Dunga, marcou 19 gols em 21 jogos (média de 0,9 por partida).Mais uma vez o goleiro Julio César foi perfeito. Evitou pelo menos uns dois gols feitos na pequena área. O camisa 1 vive fase tão favorável, que até nas vitórias fácies, como a de hoje, ele se destaca com grandes defesas. No geral todo o grupo esteve muito bem, principalmente o comandante Dunga. Como tem estrela esse gaúcho! O cara foi o símbolo da derrota na Copa de 90 e na Copa seguinte (94), foi o capitão do Tetra nos Estados Unidos. Agora como treinador, assumiu o cargo mais cobiçado no mundo do futebol sem nunca ter dirigido nem time de pelada. As críticas chegavam como uma avalanche depois de cada empate com seleções medíocres e das poucas derrotas durante a campanha. No fim do ano passado, mesmo depois da conquista da Copa América – 07, a cabeça do técnico era servida em praticamente todas as mesas dos bares do Brasil. Mas nesta temporada, a estrela do capitão do Tetra começou a brilhar. Dunga assumiu a liderança das Eliminatórias, se classificando com três partidas de antecedência e conquistando a Copa das Confederações (dando um baile na Itália).

Além da eficiência na execução de todas as missões até hoje, essa seleção fica marcada como uma destruidora de tabus. Em junho, a seleção brasileira quebrou o tabu de 33 anos sem vitória sobre o Uruguai em Montevidéu ao golear os uruguaios por 4 a 0 (dois de Luis Fabiano - foto) no Estádio Centenário. Neste sábado, foi a vez de Dunga acabar com outra marca idêntica: após 33 anos sem vitórias em jogos oficiais na Argentina, o Brasil bateu o time de Diego Maradona (novamente com dois do Fabuloso) e garantiu a classificação para a Copa do Mundo de 2010. A última vez que a seleção havia derrotado a Argentina em uma partida oficial no país foi em 27 de junho de 76: 2 a 1, com gols de Lula, Zico e Mário Kempes, no estádio Monumental de Nuñez, pela Taça do Atlântico. Depois disso, o Brasil venceu um amistoso em 95 por 1 a 0, com gol de Donizete.
Os melhores momentos do grande clássico:
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
PERFIL: EZEQUIEL GONZÁLEZ, NOVO REFORÇO DO FLU
Ezequiel González, ou simplesmente Equi, é mais um argentino que chegou a jogar no futebol brasileiro. Mas ao contrário do badalado Defederico, contratado pelo Corinthians, Equi tem uma folha mais modesta. Chegando a um Fluminense que agoniza no Campeonato Brasileiro, o meia não será capaz de sozinho mudar as coisas. Até porque no Tricolor os problemas estão além das quatro linhas.Com 29 anos, 1,78 metros, Equi é um jogador habilidoso, mas nada fenomenal. Já passou por outros cinco clubes na carreira. Apareceu em 1997 no Rosario Central, sendo considerado uma grande promessa. Em 2001, após ter sido um dos protagonistas da campanha do time rosarino na Copa Libertadores, onde foi semifinalista, foi contratado pela Fiorentina por cinco milhões de dólares. Mas na Itália, o futebol de Ezequiel González desapareceu. Foram apenas 19 partidas e um gol marcado na temporada 2001/2002.
Depois de passar seis meses encostado na Fiorentina, o técnico Carlos Bianchi resolveu apostar em seu futebol e o levou para o Boca Juniors em um contrato de empréstimo por seis meses. Ainda assim, pelos Xeneizes não manteve regularidade, mas esteve no grupo que conquistou a Libertadores de 2003. Foi re-emprestado ao Rosario Central, onde esteve por mais seis meses. Mais uma vez com a camiseta do Canalla fez boas exibições e o Central terminou o Torneio Apertura de 2003 em quarto.
Em janeiro de 2004 foi contratado pelo Panathinaikos, da Grécia. Ganhou a Copa da Grécia e um Campeonato Grego. Ao todo foram cinco temporadas pelo time de Atenas. Foram 72 partidas disputadas e 14 gols. Em 2006 teve uma grave lesão nos ligamentos cruzados e ficou impedido de jogar por nove meses. Até que em julho de 2008, após terminar seu vínculo com os gregos, resolveu voltar à Argentina para jogar no Rosario Central. Nesta terceira passagem pelo clube jogou 30 jogos e marcou três gols. Na última temporada do futebol argentino, o Rosario Central escapou de ser rebaixado após jogar a Promoción contra o Belgrano de Córdoba. Mas ao que tudo indica, dificilmente Equi González escapará de um rebaixamento agora no Brasil pelo Fluminense.
Inter vice-líder e campeão do primeiro turno
Finalmente a tabela do Brasileirão está correta e, no meio da 23ª rodada, o campeão do primeiro turno foi conhecido. É o Internacional, que ao bater o Atlético-MG por 3 a 0, no Beira-Rio, atingiu 37 pontos na metade inicial do campeonato igualando-se ao Palmeiras, mas com uma vitória a mais (11 a 10). Na competição completa, porém, o Alviverde tem 41 pontos e está na liderança, com o Colorado, depois da partida desta quarta, na segunda posição, com 40. O título do primeiro turno não vale nada oficialmente, mas os números mostram que ele é sim muito importante. Isto porque desde que o Brasileiro passou a ser disputado em pontos corridos (2003), em todos os anos, com exceção do ano passado, o time que ostentou tal título simbólico sagrou-se campeão no final.