quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O RAP DO 4X2

Olá blogueiros. Na edição de hoje do Tá na Área, do canal a cabo Sportv, os melhores momentos da partida entre Brasil e Chile foram apresentados de uma forma diferente. E o criador dessa inovação foi o nosso companheiro Felipe Vasconcellos. Mostrando uma faceta diferente (cantor de Rap) o nosso amigo mandou muito bem em rede nacional. Vamos conferir o resultado dessa mistura entre o Hip-Hop e o futebol.




FONTE: Globoesporte.com

NI DIOS SALVA

Nem Deus salva esse time argentino. Não estou falando de Maradona, a quem não tenho tanta pretensão como a maior parte dos argentinos em chamá-lo assim, estou falando do Ser Divino de verdade. Nem ele é capaz de fazer esse arremedo de time em que foi transformada a Argentina numa equipe de verdade.

Mais uma vez o que se viu, agora em Assunção, foi um emaranhado de jogadores perdidos. Sem tática, sem jogadas, sem inspiração, sem arremates, sem identidade. A Argentina é uma caricatura do que realmente pode ser. Uma equipe vibrante, raçuda e técnica. Hoje, essa Argentina que eu cresci admirando fica apenas nas minhas lembranças. Chegando ao ponto de sentir saudade das botinadas e entradas ríspidas de Sensini e Simeone. Dos passes açucarados de Redondo. Da segurança de Basualdo, da inteligência de Ortega e Saviola, da genialidade de Cannigia e também de Maradona...sim dele mesmo. Mas daquele Maradona vibrante, gênio, que eu vi em 90. E não dessa caricatura de si mesmo em que se transformou o maior jogador argentino de todos os tempos.

A Argentina hoje é a cara atual de seu treinador. Uma pessoa fora de si, sem reação. A todo momento a impressão que me dá é a de que Maradona é um altista como treinador. Ou então ele deve ficar pensando na furada em que se meteu, ao aceitar o convite do Sr. Grondona. Fico assistindo às partidas. Quando a câmera foca neste Maradona altista, penso comigo mesmo: “Boludo qué pasa? Hagas alguna cosa!” Y nadie...

A meu ver o todo-poderoso da AFA também tem parcela grande nesse desastre. Afinal foi dele a idéia de meter goela abaixo um treinador sem experiência e que, somente pela imagem de ser um ídolo nacional, tinha o respaldo popular. Mas agora nem mais esse respaldo Maradona tem. Isso é expressado nas enquetes dos principais jornais do país.

Maradona, volte a ser apenas um ídolo. Deixe esse negócio de treinador para quem entende. Porque não chamar Carlos Ischia, que está sem clube? Ou então até mesmo Leonardo Astrada, ex-técnico do Estudiantes, ou então se falta vontade o remédio pode vir na pele de Simeone, atualmente técnico do San Lorenzo.
Por Raphael Martins

NILMAR, HAT-TRICK E MÃO NA VAGA


Olá blogueiros. Mais uma vitória da seleção brasileira (4x2) e a série invicta sob o comando do técnico Dunga continua firme (19 jogos). O triunfo desta quarta-feira foi o quinto seguido nessas Eliminatórias. Na próxima rodada, em outubro, vamos enfrentar a Bolívia em La Paz e fechamos contra a Venezuela em Campo Grande (MS). No caso de mais uma vitória, esse grupo iguala um recorde que pertence ao grupo que conquistou o tri em 70.

Deixando os números e recordes de lado, que apresentação do atacante Nilmar! O camisa 11 mostrou oportunismo, movimentação e muita determinação. Podemos reparar que o centroavante marcou três gols com estilos diferentes. O primeiro mostrou oportunismo e muita luta. No segundo, mostrando faro de artilheiro e ótima colocação para concluir de cabeça o cruzamento do lateral Maicon. E por fim, marcou o terceiro gol pegando um rebote batendo de primeira na pequena área. O atacante do Villareal está muito próximo de participar da próxima Copa. Seu maior concorrente, Alexandre Pato, ainda não aproveitou uma chance na seleção como Nilmar. Fica a pergunta: Com o futebol que o Robinho não está jogando, Nilmar merece fazer dupla com o Fabuloso?

Outro destaque foi a participação do lateral-direito Daniel Alves. Nem sei se podemos classificar esse garoto de lateral. Daniel joga naquela segunda linha de quatro no meio campo, aberto pela direita e com total liberdade para criar e atacar. Foi assim no Sevilla, como o próprio afirmou após a partida, e no Barcelona o brasileiro também surge como uma opção de ataque pelos lados do campo. Dunga cada vez mais entende essas características do baiano e está aproveitando muito bem. Acho que até o início do mundial Daniel Alves será escalado, como ontem, na vaga do meia Elano.

Agora resta uma dúvida até as duas últimas rodadas das Eliminatórias (Bolívia, dia 10, fora, e Venezuela, dia 14, em Campo Grande-MS). Será que o técnico Dunga vai poupar os titulares das últimas convocações? A seleção joga na altitude de La Paz, contra a Bolívia e seria de bom grado poupá-los do desgaste. É muito possível que o comandante convoque jogadores do Brasil e algumas novidades da Europa. Seria uma boa oportunidade para ver melhor jogadores como Diego Souza e Cleiton Xavier. Para o retorno do zagueiro Thiago Silva (já que na minha opinião Miranda não mostra segurança). Na lateral-esquerda, Dunga pode observar o garoto Filipe Luis como titular. E na armação das jogadas, Diego pode voltar para ser mais bem analisado. Na partida de ontem ficou claro que esse grupo não tem um reserva para Kaká. Diego pode ser esse homem.


Vejam os gols da vitória da seleção:


FONTE:Globoesporte.com

terça-feira, 8 de setembro de 2009

NO LLORES ARGENTINA

Na Argentina, quando se refere a uma derrota incontestável, a palavra utilizada para descrevê-la é “batacazo”. Pois foi justamente isso que o Brasil impôs à seleção albiceleste. Realmente Dunga deu uma aula tática a Maradona. A equipe verde-amarela jogou com inteligência, sem afobação, explorando os espaços deixados pela defesa argentina, e olha que estes não foram poucos.

Mas como aqui o espaço é dedicado ao futebol argentino, vamos analisar os erros cometidos por Maradona. A começar pela convocação: por que a presença de Sebá Dominguez, Schiavi e Palermo? No caso do atacante do Boca não questiono sua qualidade como goleador, mas sim o fato de sequer ter ficado no banco contra o Brasil. Por que então chamá-lo? Só serviu para desfalcar o Xeneize na rodada do Torneio Apertura.

Depois, a armação da equipe no Gigante de Arroyito: um só volante de contenção, que era Mascherano. Uma defesa formada por Sebá Dominguez e Otamendi, apoiada por um lateral-esquerdo ineficiente, que é Heinze. O resultado não poderia ser outro.

Do meio para frente: Verón é um cracaço, mas já não tem pernas para comandar a seleção. Mais uma vez ficou provado que o time está órfão de Riquelme. Messi, sozinho, tentava desesperadamente furar o bloqueio brasileiro, mas sem efeito. Foi um jogador perdido em campo. Ao menos Dátolo mostrou personalidade, marcou um golaço de fora da área. No ataque Tévez e Aguero foram figuras decorativas.

Para o jogo contra o Paraguai mais um desastre pode ser previsto. Maradona pretende sacar Sebá para colocar Schiavi na defesa. Ainda neste setor, o treinador vai sacar Otamendi e escalará Heinze. Justamente o jogador ineficiente que falamos agora há pouco. Isso sem falar na troca de goleiros. Sai Andújar, que a meu ver não teve culpa alguma na derrota, e entra Romero. No meio, Maxi Rodrígues, lesionado, dará lugar a Gago. No ataque com a saída de Tévez, Milito, Lisandro López e Palermo brigam pela vaga. Sinceramente, Maradona está fazendo uma força tremenda para tirar a Argentina da Copa do Mundo.

Por Raphael Martins

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Evolução, título e esperança

O Brasil coroou sua ótima campanha na Copa América de Basquete com o título da competição ao vencer Porto Rico, que sempre foi nossa pedra no sapato, na casa deles, por 61 a 60. A Seleção Brasileira jogou muito bem os três primeiros quartos, mas no último começou a errar muito, viu os porto-riquenhos crescerem e quase virarem o placar, mas o resultado final foi mais do que justo.

Mais do que o título, fica a sensação de que o Brasil finalmente tem tudo para reviver seus grandes momentos no basquete mundial. O técnico Moncho Monsalve conseguiu mudar o estilo de jogo histórico brasileiro, que sempre se notabilizou pela correria, individualismo e precipitação. Os contra-ataques continuam sendo a maior arma ofensiva da Seleção, mas a posse de bola agora é muito mais bem trabalhada, explorando bem o tempo de 24 segundos. A grande evolução, no entanto, foi a defesa. Como o Brasil defendeu bem! Nas 10 partidas que fez na competição, apenas em uma sofreu mais do que 70 pontos - justamente contra Porto Rico, 86 a 82, na única derrota na competição, em uma partida que não valia muita coisa. E no basquete moderno, a defesa ganha o jogo muito mais do que o ataque. Méritos para Moncho, que com seu estilo sisudo, de poucos sorrisos, mas muito trabalho, conseguiu dar padrão à equipe e, acima de tudo, transformá-la em equipe, sem picuinhas, vaidades ou divisões no grupo.

Claro que ainda há o que melhorar, afinal o Mundial do ano que vem terá um nível muito mais alto. Mas aos poucos a Seleção vai evoluindo e se estiver completa (com a entrada de jogadores como Nenê, Paulão e Murilo) tem tudo para fazer uma ótima campanha na Turquia em 2010. Moncho tem contrato até novembro e não sabe se vai continuar. A CBB tem a obrigação de renovar com o treinador para continuar o trabalho que está sendo desenvolvido. Não pode se dar por satisfeita com o título da Copa América, pois este foi apenas o primeiro passo para colocar o Brasil de volta entre as potências do basquete.

- O grupo todo está de parabéns e foi importante, cada um com sua participação, mas o grande destaque individual da Seleção foi Leandrinho. É impressionante o quanto joga e como sua presença em quadra faz a diferença. Nos momentos mais difíceis ele chama a responsabilidade e os outros jogadores sabem que podem dar a bola nele, porque o camisa 10 resolve. Foi o cestinha do Brasil e o segundo maior pontuador do campeonato.

- Outro que se destacou bastante foi Anderson Varejão. Em números foi o quinto maior reboteiro (8,4 por jogo), o líder em tocos (1,9 por jogo) e o sexto que mais roubou bolas (1,9 por jogo), além de ter feito double-doubles em quatro jogos. Porém, não é apenas com números que se pode analisar a contribuição de um jogador a equipe. Varejão impressiona na marcação (como é chato, no bom sentido) e na entrega e disposição que demonstra em quadra, contagiando os companheiros.

- Além dos dois jogadores da NBA, Tiago Splitter também foi presença importante no garrafão e Marcelinho Huertas segurou a barra de ser o único armador de origem do grupo. Jogou muito bem a Copa América e provou porque é o titular. Mas Moncho precisa convocar alguém para ser o seu reserva, senão Huertas não aguenta. Tiveram jogos em que ele simplesmente não saiu em momento algum.

- Para terminar vale ressaltar o espírito coletivo de Guilherme e Marcelinho Machado. Os dois já foram titulares absolutos da Seleção, o segundo inclusive é o capitão, e ficaram na reserva durante toda a competição. Mesmo assim em nenhum momento mostraram insatisfação, pelo contrário, exerceram o papel de líderes e passaram sua experiência aos mais jovens. Palmas para eles.

- Luis Scola, da Argentina, foi eleito o melhor jogador da Copa América com justiça. Foi o maior pontuador, com média de 23,3 pontos por jogo. Como joga o superpivô do Houston Rockets! Dá gosto vê-lo em quadra. Ótimo na defesa e ótimo no ataque. E a seleção argentina, mesmo bastante desfalcada, deu trabalho e completa é uma das favoritas ao Mundial.

- Dica do Passando a Bola: começa nesta segunda-feira o Campeonato Europeu, disputado na Polônia, que vai classificar seis nações para o Mundial - a Turquia já está garantida, por ser sede. Grandes seleções estão presentes, como Espanha, França, Lituânia, Grécia, Rússia e a própria Turquia, além de outras que podem surpreender, como Alemanha, Croácia e a Sérvia, que vem com um time muito jovem, baseado na seleção campeã mundial juvenil em 2007. Promessas de excelentes jogos e o canal Bandsports transmite desde o começo. O Sportv começa a transmitir o torneio a partir das quartas-de-final. Vale conferir. Prometo fazer alguns posts informando sobre a situação no chamado Eurobasket.

Passando a Bola Mesa Redonda volta semana que vem

Amigos, só para informar que, em função do feriado de 7 de setembro, a PUC, onde gravamos o Passando a Bola Mesa Redonda, não abriu e por isso esta semana não teremos programa. Mas semana que vem voltaremos ao normal, sempre com muita informação e opinião.

Vocês podem ver a análise da 23ª rodada do Brasileirão lendo os posts abaixo.

Rapidinhas de Domingo - Inter voando

Após as vitórias no Beira-Rio sobre Goiás e Atlético-MG, muitos ainda questionaram o Internacional sob o argumento de que queriam ver uma vitória convincente fora de casa, sobre um adversário gabaritado, o que não acontecia desde a 3ª rodada, diante do Goiás (depois disso o Colorado venceu longe da sua torcida apenas Náutico e Santo André, o que, convenhamos, não diz muito coisa). Pois bem, o Inter derrotou o Avaí, que não perdia na Ressacada há 5 jogos, por 2 a 0 e chegou ao terceiro triunfo consecutivo, permanecendo na cola do líder Palmeiras com 43 pontos. E mais. É a única equipe que está entre os quatro primeiros desde a primeira rodada.

Mais do que a vitória, o fato do Colorado ter jogado bem é o que mais importa. Neste campeonato, por vezes, o time de Tite mostrou-se irregular, alternando boas e más exibições. Ontem não. Fez 1 a 0 na primeira etapa com Fabiano Eller e, mesmo perdendo Índio expulso antes do intervalo, continuou em cima do Avaí no segundo tempo até marcar o segundo, com Magrão. Depois Bolívar também levou cartão vermelho e apesar de ter dois jogadores a menos, a equipe gaúcha segurou o resultado com propriedade. Está claro que o Inter é candidatíssimo ao título (é a minha aposta, inclusive) e que a briga pelo Brasileiro já está definida entre três clubes. Além do Colorado, Palmeiras e São Paulo.

O Avaí parece ter voltado ao normal. Não jogou mal contra o Internacional, é apenas inferior. Após ter ficado 11 jogos invicto, fo a segunda derrota seguida do time de Silas. O técnico avaiano, aliás, nunca se deslumbrou com a sequência de invencibilidade e sempre afimou que o objetivo de sua equipe era permanecer na Série A. Mas eu acho que o Avaí deve conseguir uma vaguinha na Sul-Americana, o que será como um título para o clube catarinense, que não jogava a Primeira Divisão desde 1979.

- Assim como o Inter, o São Paulo também tem na força do seu elenco o grande trunfo na briga pelo tetracampeonato. E ontem isso ficou claro, na vitória sobre o Cruzeiro, de virada, no Mineirão. No primeiro tempo, o time celeste fez 1 a 0 com gol de Diego Renan e poderia ter feito até mais. Mas aí entrou a mão de Ricardo Gomes e as ótimas opções de banco do Tricolor. Aos 16 minutos, Marlos entrou no lugar de Hugo e aos 19 empatou o jogo. Aos 35, Borges substituiu Washington e no minuto seguinte virou o placar. Marlos e Borges seriam titulares na maioria das equipes brasileiras. Isso sem contar que o São Paulo não teve Miranda, na Seleção, e Hernanes, machucado. Esse já é o sétimo campeonato por pontos corridos e foram poucos os clubes que "descobriram" que para se dar bem neste tipo de competição é preciso ter várias opções no elenco e não apenas 11 titulares. O Tricolor sabe disso há tempos e por isso sempre entra no Brasileirão como favorito.

O Cruzeiro tem um bom elenco também, mas não tão bom quanto o adversário de ontem. Adílson Batista teve desfalques importantes, é verdade, principalmente Kléber. O vice-campeão da Libertadores está me decepcionando. Apostei no Passando a Bola Mesa Redonda que o time celeste brigaria por vaga na maior competição sul-americana do ano que vem, mas a cada rodada vai ficando mais claro que me equivoquei. O Cruzeiro não vence há três jogos e sua distância para o G4 já é de 10 pontos (é o 13º, com 29 pontos). Para piorar, na próxima rodada encara o embalado Inter, no Beira-Rio.

- Já o rival cruzeirense voltou a vencer depois de seis jogos. O Atlético-MG suou bastante para virar o jogo diante do frágil Santo André, no Bruno José Daniel, mas o importante foi a vitória. Assim, além de diminuir a pressão sobre o time e Celso Roth, o Galo subiu uma posição e está mais próximo do G4 (5º, com 37 pontos). Diego Tardelli e Éder Luis marcaram e ambos têm 10 gols no campeonato, vice-artilheiros, o que coloca a dupla como uma das melhores do Brasileirão. Não acredito que a equipe atleticana vá ficar com uma das vagas na Libertadores, pois como já disse, o time titular é bom, mas o elenco não. De qualquer forma, é uma campanha digna das tradições do Galo.

O Santo André bem que esboçou uma reação ao vencer dois jogos seguidos, mas voltou a perder nas últimas duas rodadas e seu destino deve ser mesmo a Série B. Além do time ser fraco, o clube vive uma crise de poderes. Depois de Sérgio Guedes, foi a vez de Gallo pedir demissão durante a semana passada por divergências com a diretoria, que supostamente queria intereferir na escalação dos jogadores. Assim fica difícil.

- O Goiás marcou bobeira e perdeu a chance de encostar no líder Palmeiras. Começou perdendo por 1 a 0 para o Coritiba, virou o jogo, mas deixou o Coxa empatar e o 2 a 2 fez o Esmeraldino cair para a 4ª posição, com 39 pontos. A partida foi muito movimentada e teve belos gols. Felipe, de falta, fez seu décimo gol no campeonato e Léo Lima, em ótimo chute de canhota, fez o segundo. Mas o grande gol do jogo e talvez um dos mais bonitos do Brasileirão foi de Ariel, de bicicleta. Simplesmente espetacular, matando no peito e pegando a bola lá em cima. O Coritiba permanece próximo da zona de rebaixamento, mas a melhora com Ney Franco é visível e a equipe deve brigar por vaga na Sul-Americana.

- Rápida passada pelos jogos de sábado. O Palmeiras fez o dever de casa e venceu o Barueri por 2 a 1, mesmo sem jogar bem. Contou com o ótimo reforço de Vágner Love, que estreou marcando gol, mas sentiu a falta da marcação de Pierre no meio-campo. Muricy precisa resolver isso. O Botafogo não consegue ganhar sob o comando de Estevam Soares. Já são sete jogos com o novo técnico (seis pelo Brasileiro e um pela Sul-Americana) com cinco empates e duas derrotas. Sábado o Alvinegro perdeu pro Sport, na Ilha do Retiro, por 2 a 1 e sua situação vai se complicando cada vez no campeonato. A equipe permanece na 18ª posição, com 23 pontos e se não acordar o rebaixamento vai se tornar uma realidade. O Leão, por sua vez, dá sinais de recuperação. Foi o terceiro jogo sem derrota e a distância para o Náutico, primeiro time fora do grupos dos quatro últimos, é de cinco pontos. O Grêmio marcou bobeira e quase perdeu a invencibilidade no Olímpico, que após o empate em 1 a 1 com o Vitória vai completar um ano (a última derrota foi para o Goiás, dia 13/09/2008). O resultado deixa o Tricolor mais distante do G4. O ponto positivo foi Jonas, que com o gol marcado chegou a 11 no campeonato, artilheiro. O Rubro-Negro baiano segue no meio da tabela e por ali deve permanecer até o final.